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| Produção Textual - Narrativas
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Ângelo – 9º Ano B
Um amor em dez minutos
Thomaz continuava a esperar Rute, mesmo sabendo que seria inútil. Ela já devia estar brincando
disso há algum tempo. Será que seus pais tinham razão? Ela apenas queria dar o golpe do baú? Não, não podia ser. Tinha de ser mentira.
Ela até o apoiara antes, não?
E ele esperou. E esperou. Quanto mais esperava, mais desesperancoso ficava. Ele estava deixando de acreditar nas coisas boas da vida, deixando
de se alimentar de tomar banho, para esperá-la.
Dias se passaram, Thomaz estava quase morrendo de fome e as idéias já haviam fermentado em sua mente mas ele não mudou a postura, pois já estava
tão acostumado que ainda ficava esperando, só por hábito mesmo.
Mais dois dias. De que adianatava esperar? Ele tinha de seguir em frente desse jeito. Preso nesse esconderijo, Já havia se decidido para sempre
essa vida fétida que tinha.
Tinha de ser assim, já havia se conformado. Se não podia ser feliz, porque continuar? Ele não tinha nada. A família o colocara ali, não podia,
nem queria sentir afeto por eles, não depois do ocorrido.
Thomaz foi tomar banho, claro, se esse ia ser o ultimo dia vivo, ele iria ao menos ficar limpo. Não iria embora faminto também. Durante o
banho ele notou que sua aparência estava horrível. Estava com olheiras tão fundas que se olhando no espelho após o banho, Thomaz se assustou
e pensou. Ele deveria ao menos parecer feliz quando fosse.
Thomaz estava parecendo um vampiro. Ele pensava assim e ria do pensamento. Era estranho… bom, nem ele sabia a ultima vez que tinha rido,
mas com certeza não de coisas como essa. Ele foi comer algo para ver se pelo menos tirava a barriga da miséria.
Mas quer saber? Thomaz já estava se esquecendo de sua decisão após comer. E então, ele ouvi uma voz miraculosa, que seus ouvidos estavam
pedindo pra ouvir a muito tempo:
– Thomaz! - Disse Rute. Thomaz se virou instantaneamente.
– Rute! Mas, você não tinha desistido de mim? Achei… achei…
– Você desconfia de mim? – Rute parecia indignada.
– Fiquei te esperando, você não apareceu.
– Não apareci porque estava juntando dinheiro, para comprar um lugar só nosso.
Thomaz agora repara que Rute estava diferente.
– Rute, o que aconteceu?
– Ganhei na loteria. Me convenceram a entrar. Pegue suas coisas, já vamos sair daqui.
– Não quero minhas coisas antigas. Quero iniciar uma nova vida e aquelas coisas me lembram da minha vida antiga.
Rute pareceu surpresa, mas concordou. E então os dois saíram para começar uma nova vida.
Postado por:Keyssiane Alencar (Professora) Quixadá-CE, Quinta-Feira 16/06/2011
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Ana Karolina Pedrosa ruivo – 8º Ano A
Mais uma vez
Depois de todos terem sido engolidos pela ventania e jogados dentro da televisão,
a turma decidiu ir brincar lá fora, das mesmas brincadeiras que sempre faziam. Todos estavam muito tristes com a partida dos amigos
secretos, pois nunca mais iriam ter aquelas aventuras que viveram. Só que eles não sabiam o que estava por vir.
Para a sua grande surpresa. Pouco tempo depois, apareceu um menino correndo desesperado pelo meio da rua, procurando um lugar para se
esconder. Ele foi direcionado ao clubinho, pedindo ajuda urgentemente, pois estava fugindo de uns caras encapuzados, que queriam matá-lo.
O garoto tinha cabelos negros, olhos verdes e uma cicatriz na testa que lembrava um raio. Com pena do menino, a turma o escondeu dentro
do clube para protegê-lo. Os tais homens encapuzados, chegaram logo após os meninos terem escondido o garoto. Eles perceberam que os
novos convidados carregavam consigo uma espécie de galho bem detalhado. Não demorou para Tiago adivinhar de quem se tratavam .
Eram os Comensais da Morte, dos livros de J.K. Rowling, que estavam procurando por Harry Potter para levá-lo a Valdemort, que
queria matá-lo.
Os homens perguntaram se não tinham visto um garoto com idade aproximada da deles, com cabelos pretos e olhos verdes, mas a turma
disse que não, que só estavam brincando e não virão nada nem ninguém passando. Os Comensais da Morte ficaram meio desconfiados, mas
acabaram indo embora, decidindo procurar Harry em outro lugar. Todos foram falar com o mais novo amigo secreto deles, entusiasmado
e alegres. Foram logo perguntando como ele conseguiu chegar ali e por que ele foi logo para Cedrinho. Harry falou que chegara ali
de vassoura, e que fora para lá porque era o lugar mais isolado. Falou também que tinha que se livrar daqueles homens e voltar
rapidamente para o lugar de onde veio. Depois de contar toda a história, a turma decidiu agir, colocando logo em prática a idéia que
a Lorena teve.
A turma saiu para despistar os caras, que estavam na rua do clubinho, conversando a respeito do garoto que procuravam.
Os meninos foram dizendo que, na verdade, tinham visto sim um menino passando correndo por ali, indo em direção a um barzinho
ali na esquina. Os homens não pensaram duas vezes e foram logo atrás dele, sem agradecer pela informação. Harry aproveitou a
situação para fugir dos caras, mas primeiro agradeceu à garotada pela ajuda, e foi embora. Os comensais, assim que saíram do
bar, viram Harry indo embora, e foram atrás dele, mas como ele já estava muito longe, acabaram desistindo.
A turma, feliz por mais um tempinho de aventura, ficou mais contente depois da partida do mais novo amigo secreto que fizeram.
Postado por:Keyssiane Alencar (Professora) Quixadá-CE, Quinta-Feira 16/06/2011
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